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Aumento da violência no Iémen e na Arábia Saudita devido a ataques hutis
Os ataques hutis causaram múltiplas vítimas na cidade de Mokha e intensificaram tensões na Arábia Saudita, provocando condenações internacionais e advertências da ONU.
A milícia huti levou a cabo uma série de ataques no Iémen e na Arábia Saudita, atingindo tanto áreas residenciais como instalações estratégicas. Segundo fontes da televisão pública iemenita, pelo menos 14 civis foram mortos e mais de 35 ficaram feridos como resultado dos bombardeios na cidade costeira de Mokha, situada na província de Taiz.
Entre os ataques, inclui-se um assalto a uma refinaria de petróleo da Aramco em Jazan, o que gerou uma preocupação significativa na região. Os hutis, que são apoiados pelo Irão, intensificaram as suas ações nas últimas semanas, relatando o uso de mísseis e drones nas suas ofensivas.
A ofensiva tem chamado a atenção da comunidade internacional. A Espanha condenou os ataques e expressou a sua preocupação pela escalada da violência na zona. A ONU também instou ambas as partes a cessar as hostilidades para evitar um maior deterioração da situação humanitária no Iémen.
O Irão exige que os Estados Unidos cumpram seis condições para retomar o diálogo, incluindo o fim da guerra e compensações, enquanto o Pentágono se prepara para aumentar a produção de armamento em resposta às crescentes tensões.
Os ataques também tiveram repercussões na navegação pelo estreito de Ormuz, com barcos comerciais a evitarem a zona, o que levou Trump a declarar que se desminaram áreas inteiras do estreito para facilitar a segurança da navegação.
Enquanto os combates continuam, a situação no Iémen mantém-se crítica, com a população civil presa no meio da violência, e o futuro do processo de paz no país permanece incerto.