Panorama
O Ministério Público solicita 30 anos de prisão para cinco etarras pelo assassinato de Ordóñez
A decisão de organizar o crime do vereador do PP em 1995 é atribuída a eles.

O Ministério Público requisitou 30 anos de prisão para cinco antigos líderes da ETA em relação ao assassinato de Gregorio Ordóñez, um vereador do PP, ocorrido em janeiro de 1995 em São Sebastião. Segundo a acusação, estes indivíduos decidiram ordenar o crime de forma 'colegiada e consensuada'.
Sugere-se que durante o julgamento seja ouvido o testemunho de dois etarras que se têm declarado como testemunhas protegidas contra a antiga cúpula da organização terrorista. Esta ação visa reforçar os argumentos contra os acusados de terem estado envolvidos na planeação e execução do assassinato.
O caso continua a ser um ponto de interesse devido às implicações legais e morais que acarreta, especialmente considerando o contexto histórico da violência da ETA em Espanha.