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A ausência de Marlaska no Senado provoca críticas do PP e de outros partidos
O PP e outros partidos questionam a falta de assistência de Marlaska na Comissão do Senado sobre a crise de Ceuta, considerando a situação inaceitável.

O Partido Popular (PP) expressou o seu descontentamento perante a ausência do ministro do Interior, Fernando Marlaska, na Comissão do Senado convocada para tratar da crise em Ceuta. Segundo o PP, esta falta de presença representa "um desrespeito" pelo organismo e as suas funções.
Em resposta à falta de comparência de Marlaska, o PP ameaçou com "consequências legais". Esta declaração enfatiza a frustração do partido em relação à gestão ministerial da questão migratória em Ceuta.
Outros partidos, como o Vox e o Junts, também criticaram a ausência do ministro, qualificando o ato como "deliberado e inescusável". Estes grupos políticos consideram que a situação exige uma resposta clara por parte do Governo.

O presidente da Comissão declarou que serão tomadas as "decisões políticas e legais" pertinentes para que a ausência de Marlaska não fique sem repercussões. A falta do ministro suscitou um debate sobre a responsabilidade política na gestão de crises migratórias.
Enquanto o Senado avalia possíveis sanções contra Marlaska, os partidos da oposição continuam a enfatizar a necessidade da sua comparência para abordar a crise de entrada irregular de pessoas em Ceuta.