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A China evacua mais de um milhão de pessoas devido ao tufão Dolphin
O tufão Dolphin levou à evacuação de mais de um milhão de pessoas na China, onde portos foram fechados e medidas de segurança foram tomadas urgentemente.

A China enfrenta condições climáticas extremas devido à chegada do tufão Dolphin, conhecido como "Baihaitun" em mandarim. O ciclão tocou terra no domingo às 17h30 hora local em Yuhuan, na província de Zhejiang, e uma hora depois o fez novamente em Wenzhou. As autoridades informaram que os ventos alcançaram velocidades de até 150 quilómetros por hora.
Devido aos efeitos do tufão, mais de um milhão de pessoas foram evacuadas em várias regiões do leste da China. Os meteorologistas apontaram que o ciclão está a causar precipitações intensas que não se registravam há mais de um século e meio em Xangai, o que levou a alertas elevados por inundações.
Em resposta à iminente ameaça, o governo chinês emitiu um alerta vermelho e fechou portos na costa leste. Os serviços de transporte também foram suspensos, incluindo mais de 1.500 voos que foram cancelados até ao momento, segundo relatos.

Equipas de acompanhamento e salvamento foram deslocadas para as áreas afetadas, monitorizando a situação e buscando minimizar os riscos relacionados com as inundações. As autoridades estão a acompanhar de perto o desenvolvimento da tempestade, na antecipação de possíveis consequências devastadoras.
A situação provocou protestos em Taipé, onde se questionam os controles anunciados pela China no estreito de Taiwan devido à tempestade. As autoridades taiwanesas expressaram sua preocupação com os efeitos da tempestade na região e instaram à preparação.
Espera-se que o tufão continue avançando para o interior, o que pode multiplicar os efeitos das chuvas em áreas não diretamente costeiras. A população está a ser alertada sobre a possibilidade de condições climáticas adversas nos próximos dias.