A adesão à greve dos trabalhadores da REN Atlântico, responsável pela operação do terminal de gás natural liquefeito (GNL) de Sines, atingiu 100% nos primeiros dois turnos do protesto que teve início hoje, conforme relatado por fontes sindicais à Lusa.
Os trabalhadores reivindicam a criação de um regime de pré-reforma devido ao desgaste associado ao trabalho por turnos.
O presidente do Sindicato Nacional de Estudantes do Ensino Superior (SNESup) manifestou preocupação em relação aos estudantes que se encontram em situação de carência, num contexto que pode ser afetado por esta greve.
A greve foi convocada para pressionar a administração a atender as reivindicações dos trabalhadores, refletindo as condições de trabalho na indústria do gás.
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