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ANAREC critica Governo por carga fiscal sobre gasóleo
A ANAREC acusa o Governo de lucrar com impostos sobre combustíveis e pede a redução da carga fiscal.

A Associação Nacional de Revendedores de Energia, Combustíveis, Estações de Serviço (ANAREC) manifestou preocupações sobre a carga fiscal relacionada com o gasóleo, apontando que, em cada euro pago, 60 cêntimos correspondem a impostos. Esta afirmação foi destacada em diversas reportagens, com ênfase na necessidade de uma revisão da política fiscal do Governo.
O presidente da ANAREC reiterou que o executivo deve baixar a carga fiscal sobre os combustíveis, mantendo que a atual taxa de impostos compromete a competitividade dos revendedores face a outros países, nomeadamente Espanha. Ele alertou para uma diferença de preços que pode oscilar entre 30 a 40 cêntimos.
Além disso, a ANAREC criticou o Governo, acusando-o de obter lucros excessivos por meio dos impostos aplicados aos combustíveis. Esta crítica foi apresentada em várias plataformas noticiosas, que reportaram a posição da associação de que os preços elevados são insustentáveis para os consumidores e para o mercado.

Através de declarações públicas, a ANAREC enfatizou que a situação atual leva a uma 'perda de competitividade exagerada'. O presidente da associação apelou à necessidade de ação por parte do Governo, sugerindo que a revisão da carga fiscal é uma medida urgente.
Adicionalmente, reportagens indicam que protestos podem ser organizados para sublinhar essas preocupações, com a GNR a juntar-se aos esforços anunciados pela PSP. Isso demonstra um crescente descontentamento dentro da indústria de combustíveis em relação à fiscalidade.
Este tema tem gerado um debate considerável no seio da ANAREC e entre os revendedores, à medida que a pressão para uma mudança nas políticas fiscais continua a aumentar, especialmente num contexto em que o preço dos combustíveis é uma questão central para muitos consumidores e empresas.