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ANEPC e Proteção Civil garantem segurança na remoção de amianto em escola
A comunidade escolar pede a suspensão das obras de remoção de amianto, em meio a declarações contraditórias sobre os riscos.

A remoção de amianto na antiga escola secundária em Cascais gerou preocupação na comunidade escolar, que solicitou a suspensão dos trabalhos iniciados na segunda-feira. A Agência Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) assegurou que os procedimentos estão a ser realizados com segurança, destacando que não há risco para alunos e funcionários da nova escola, que foi inaugurada há quase um mês.
Por outro lado, a Proteção Civil de Cascais também confirmou que a remoção do amianto não representa perigo. Contudo, essa garantia foi realizada em meio a preocupações levantadas por entidades como a SOS Amianto, que evidenciou a necessidade de parar as obras.
A SOS Amianto reiterou o pedido de suspensão, assegurando que foram encontradas irregularidades graves no local. Estas questões surgem após a Proteção Civil ter assegurado a segurança do espaço escolar, o que gerou confusão sobre a veracidade das informações apresentadas.

As declarações contraditórias entre a Proteção Civil e a Direção-Geral da Saúde (DGS) contribuíram para aumentar as tensões na comunidade escolar. A DGS ainda não se pronunciou oficialmente sobre a situação, levando à desconfiança dos pais e do pessoal docente em relação à segurança das operações.
Entidades envolvidas afirmam que a segurança deve ser a prioridade, e a ANEPC prometeu monitorar continuamente os trabalhos de remoção. A situação começa a gerar um clamor por esclarecimentos adicionais sobre os métodos e protocolos utilizados durante o processo.
Enquanto isso, os trabalhadores seguem com a remoção do amianto, sob a supervisão das autoridades, mas a comunidade continua a exigir uma resposta clara sobre os riscos e a necessidade de suspensão das obras. Um diálogo contínuo entre todas as partes será necessário para resolver as preocupações levantadas.