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sexta-feira, 23 de outubro de 2026

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Associações pedem mais apoio à eletrificação dos pesados em Portugal

Zero e Associação de Utilização de Veículos Elétricos alertam para a necessidade de investimentos públicos na eletrificação do transporte de mercadorias em Portugal.

Foto de arquivo: Associações pedem mais apoio à eletrificação dos pesados em Portugal
Foto de arquivoFoto: A VOZ DAS FORÇAS DE SEGURANÇA · Wikimedia Commons · CC BY-SA 2.0

As associações Zero e a Associação de Utilização de Veículos Elétricos (UVE) criticam a falta de apoio público à eletrificação dos veículos pesados de mercadorias em Portugal. Segundo as associações, o país encontra-se atrasado em relação a vários outros estados europeus no que diz respeito à transição para veículos elétricos neste segmento.

As organizações apontam que países como a Alemanha e a França disponibilizam subsídios para a aquisição de pesados elétricos, além de oferecer apoio à instalação de infraestruturas de carregamento. Estas medidas têm como objetivo acelerar a transição para formas de transporte mais sustentáveis.

Zero e UVE mencionam ainda que a implementação de reduções de portagens para veículos elétricos é uma prática já adotada em algumas nações europeias, elementos que consideram fundamentais para incentivar a adoção de tecnologias mais limpas no transporte de mercadorias.

Foto de arquivo: Associações pedem mais apoio à eletrificação dos pesados em Portugal
Foto de arquivoFoto: Rafael Acorsi · Wikimedia Commons · CC BY-SA 2.0

As associações pedem que o governo português tome medidas semelhantes, argumentando que a falta de incentivos está a travar a modernização do setor de transporte no país. A transição para veículos elétricos é vista como uma forma de reduzir a pegada de carbono e enfrentar as mudanças climáticas.

A crítica ao lento progresso da eletrificação dos pesados vem acompanhada de um alerta sobre a importância de se posicionar ao lado das metas ambientais estabelecidas pela União Europeia, para que Portugal não fique para trás no caminho hacia uma economia mais verde.