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quinta-feira, 22 de outubro de 2026

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Calor extremo afeta quase 79% dos idosos pobres de Hong Kong

Um inquérito da Greenpeace revela que quase 79% dos idosos de baixos rendimentos em Hong Kong relataram desconforto devido ao calor extremo.

Foto de arquivo: Calor extremo afeta quase 79% dos idosos pobres de Hong Kong
Foto de arquivoFoto: Wilfredor · Wikimedia Commons · CC0

Um estudo publicado pela Greenpeace revelou que cerca de 78,7% dos idosos com baixos rendimentos em Hong Kong relataram ter experienciado algum tipo de desconforto físico ou mental durante os períodos de calor extremo. A pesquisa destaca a vulnerabilidade desta faixa etária face às altas temperaturas.

O inquérito também revelou que 70% dos entrevistados subestimaram os riscos associados à insolação, indicando uma falta de consciência sobre os perigos do calor intenso.

Além disso, muitos idosos entrevistados desconheciam a existência de apoios governamentais disponíveis para ajudá-los a enfrentar as consequências do calor extremo. Esta falta de informação pode contribuir para a sua exposição a riscos desnecessários.

Foto de arquivo: Calor extremo afeta quase 79% dos idosos pobres de Hong Kong
Foto de arquivoFoto: skyseeker · Flickr · BY

A situação dos idosos em Hong Kong é uma preocupação crescente, uma vez que a cidade tem experienciado um aumento nas temperaturas, que tem sido associado a um envelhecimento da população e a condições socioeconômicas desfavoráveis.

Estudos como o da Greenpeace são importantes para compreender melhor como as mudanças climáticas afetam grupos vulneráveis dentro da sociedade, permitindo que se adotem medidas adequadas para mitigar os impactos negativos.

As autoridades de Hong Kong poderão precisar de rever as suas políticas de assistência e informação para garantir que todos os indivíduos, especialmente os mais frágeis, estejam protegidos durante os períodos de calor extremo.