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CIA alerta sobre possível ataque russo com drones contra Espanha, França e Itália
Relatos indicam que a Rússia se prepara para lançar ataques com drones a partir do mar, com alvos na Europa.

A Agência Central de Inteligência dos EUA (CIA) alertou governos europeus sobre a possibilidade de ataques com drones da Rússia, possivelmente direcionados a Espanha, França e Itália. A informação foi divulgada pelo jornal espanhol El Mundo, que cita fontes dos serviços secretos norte-americanos que alegam ter coletado dados sobre os planos de escalada do Kremlin, incluindo o uso de drones lançados a partir do mar.
Segundo a CIA, estas ameaças são parte de uma estratégia híbrida da Rússia, que também inclui outras operações na Europa. O governo da Moldávia relatou que quatro drones teriam invadido seu espaço aéreo, evidenciando a atividade crescente da Rússia na região.
O Ministro da Defesa da Itália, Guido Crosetto, comentou sobre o alerta, afirmando que não existem confirmações para a informação recebida, e pediu cautela para evitar uma escalada desnecessária nas tensões. Ele enfatizou que não há sinalização de que a situação tenha chegado a níveis operacionais ou de alerta de segurança.

O Presidente da França, Emmanuel Macron, também se pronunciou sobre a questão, negando que tenha havido um alerta formal da CIA para um ataque iminente. No entanto, admitiu que a França poderia ser alvo de tais ações e chamou a atenção para a necessidade de vigilância, embora tenha considerado a informação sobre um alerta da CIA a ser desmentida.
Relatos adicionais indicam que a Lituânia avaliou que os ataques poderiam ser realizados a partir do Mediterrâneo, reforçando a possibilidade de que os alvos estão sendo cuidadosamente selecionados pela Rússia. Apesar das negações, a preocupação com uma escalada da violência na região permanece.
Com o aumento das tensões entre a Rússia e os países ocidentais, as autoridades estão atentas às movimentações e estratégias que podem afetar a segurança da Europa. Ao mesmo tempo, governos como o da Itália e da França têm reiterado a importância de não alimentar pânicos e de manejar informações com responsabilidade.