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sábado, 3 de outubro de 2026

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Coreia do Sul nega envio de tropas para o estreito de Ormuz

O Presidente sul-coreano Lee Jae Myung afirmou que o país não enviará forças para o estreito de Ormuz, reafirmando sua política de não intervenção em conflitos externos.

Coreia do Sul nega envio de tropas para o estreito de Ormuz
Foto: Governo do Estado de São Paulo · Flickr · BY

O Presidente da Coreia do Sul, Lee Jae Myung, negou planos para o envio de tropas ao estreito de Ormuz, após surgirem informações sobre a possibilidade de um destacamento militar na região. Em declarações feitas na Casa Azul, sede da presidência sul-coreana, Lee afirmou que "não haverá qualquer envolvimento nem qualquer intervenção na guerra" entre os Estados Unidos e o Irão.

Segundo Lee, a Coreia do Sul não vai enviar tropas nem recursos militares para a região, reafirmando sua posição de não intervenção em conflitos externos. Esta declaração foi feita em resposta a questionamentos sobre a postura do governo sul-coreano em relação à segurança no estreito de Ormuz, uma área estratégica para o tráfego marítimo.

Autores de vários veículos de comunicação noticiaram que a Coreia do Sul esteve a considerar a possibilidade de prestar contribuições para os esforços de segurança dos Estados Unidos na área, mas o presidente mudou a abordagem, enfatizando que não se trataria de uma implicação militar direta no conflito.

Foto de arquivo: Coreia do Sul nega envio de tropas para o estreito de Ormuz
Foto de arquivoFoto: Leandro's World Tour · Flickr · BY

Apesar da recusa em enviar tropas, as autoridades sul-coreanas têm discutido maneiras de garantir a proteção das rotas comerciais e dos navios nacionais. Lee destacou que quaisquer ações futuras seriam limitadas e focadas na segurança das vias marítimas, sem envolvimento militar direto nos conflitos regionais.

A recusa da Coreia do Sul em participar diretamente das hostilidades foi seguida por acordos com os Estados Unidos, que reafirmaram a necessidade de garantir a liberdade de navegação no estreito. Um encontro entre o chefe da diplomacia dos EUA, Marco Rubio, e o chanceler sul-coreano, Cho Hyun, resultou em consenso sobre a importância de proteger o trânsito na área, mesmo sem a presença de tropas sul-coreanas.

O Presidente sul-coreano reiterou a posição do governo na manutenção da paz na região, enquanto a Coreia do Sul busca formas de colaborar em iniciativas de segurança que não envolvam um destacamento militar. A posição de Seul reflete a sua política de cautela e não intervenção em conflitos armados no Oriente Médio.