Mundo
Donald Trump decreta luto pela morte de Dolly Parton durante uma semana
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ordenou que as bandeiras sejam hasteadas a meio mastro em homenagem à falecida cantora de country, Dolly Parton.

Dolly Parton, figura reconhecida da música country, faleceu aos 80 anos, o que gerou uma onda de reações a nível nacional e internacional. Em resposta à sua morte, o presidente Donald Trump decretou uma semana de luto nos Estados Unidos, ordenando que as bandeiras sejam hasteadas a meio mastro em honra da artista.
Trump expressou a sua tristeza pela perda de Parton na sua plataforma social Truth Social, onde a descreveu como 'uma das maiores cantoras de country de todos os tempos'. Afirmou também que 'nunca houve nem haverá ninguém como ela', sublinhando o seu impacto na música e na cultura.
A decisão de Trump foi reportada por várias fontes, incluindo o El Tiempo e o El Universal, reconhecendo Dolly Parton não apenas como uma cantora talentosa, mas também como uma artista insubstituível que deixou uma marca na indústria musical e na comunidade.

Reações também vêm de outras figuras públicas, incluindo o ex-presidente Bill Clinton, a escritora J.K. Rowling e a cantora Kelly Clarkson, que prestaram tributos à lendária artista. Estas mensagens destacaram não apenas o seu legado artístico, mas também o seu trabalho solidário e a sua ligação com o Tennessee.
A notícia do seu falecimento comoveu fãs e artistas de diversos géneros, que partilharam memórias e celebrações da sua vida e obra. Parton foi uma figura icónica na música country, conhecida pelos seus sucessos e pela sua influência duradoura no género.
À medida que comunidades e personalidades prestam homenagem a Dolly Parton, a proclamação de Trump para hastearem as bandeiras a meio mastro é um reconhecimento oficial da sua contribuição à cultura americana, marcando um período de reflexão e respeito pelo seu legado.