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Eleições intercalares nos EUA resultam em ganhos democratas, desafiando influência de Trump
As eleições intercalares proporcionaram vitórias significativas para os democratas, incluindo corridas senatórias fundamentais na Carolina do Norte e na Carolina do Sul.

Realizou-se a votação em todo os Estados Unidos nas eleições intercalares, que foram vistas como um teste crítico da presidência de Donald Trump. O controle do Congresso estava em jogo, com todos os 435 assentos da Câmara e 35 dos 100 assentos do Senado em disputa, além das eleições para governadores em 36 estados. Projeções dos meios de comunicação indicaram potenciais mudanças de poder, particularmente com corridas significativas na Carolina do Norte e na Carolina do Sul.
O democrata Roy Cooper foi projetado para derrotar o republicano Michael Whatley na corrida senatorial da Carolina do Norte, marcando uma inversão para os democratas em um assento anteriormente controlado pelos republicanos. Esta vitória é notável, pois representa o primeiro democrata eleito para o Senado dos EUA pela Carolina do Norte em 18 anos.
Na Carolina do Sul, a democrata Annie Andrews conseguiu uma vitória inesperada sobre a senadora republicana Darline Graham, que concorria a um assento anteriormente ocupado por seu falecido irmão Lindsey Graham. Esta vitória é particularmente histórica, pois marca a primeira vez em 28 anos que um democrata garantiu um assento no Senado na Carolina do Sul, desafiando ainda mais os bastiões republicanos.

Relatórios indicaram que os democratas precisavam apenas de três ganhos na Câmara e um total líquido de quatro assentos no Senado para obter controle de ambas as câmaras do Congresso. À medida que os resultados se desenrolavam, os democratas mostraram uma força inesperada em vários distritos favoráveis aos republicanos, contribuindo para especulações sobre o futuro da influência de Trump dentro do partido.
Fontes observaram que esses resultados das eleições intercalares poderiam ser percebidos como um referendo sobre Trump em si, apesar de ele não estar na cédula. As implicações do resultado da eleição poderiam afetar seu restante do mandato e a sua capacidade de moldar políticas, especialmente se os republicanos perderem o controle do Congresso. No entanto, alguns analistas sugeriram que mesmo uma derrota não diminuiria imediatamente o poder de Trump.
À medida que milhões de votos ainda estavam a ser contados, continuava incerto se os democratas conseguiriam tomar o controle do Senado dos republicanos de Trump. Os observadores estavam atentos às implicações mais amplas desses resultados sobre o panorama político e as instituições americanas, especialmente em relação à sua capacidade de suportar pressões presidenciais.