Empresários da Lousã manifestaram preocupações em relação à frequência das fiscalizações realizadas pela Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) na região. A reação veio após a execução da Operação Terras de Xisto, que visou a supervisão de estabelecimentos locais.
Segundo informações divulgadas, a operação resultou na suspensão de quatro estabelecimentos e na instauração de 45 processos em 125 operadores que foram fiscalizados. Estas ações geraram inquietação entre os empresários devido ao impacto potencial nas suas atividades e operações comerciais.
A Associação Empresarial da Lousã (AESL) emitiu um comunicado em resposta às fiscalizações, reiterando as suas preocupações sobre a regularidade e a forma como as inspeções estão a ser realizadas na região.
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