O Estado exerceu o direito de preferência sobre um conjunto raro de manuscritos de autores portugueses, incluindo Fernando Pessoa, Gomes de Amorim Pascoaes, António Nobre Nemésio e Camilo Castelo Branco. Este processo foi noticiado pela primeira vez pelo Público.
Os documentos autógrafos recentemente adquiridos passam a integrar as colecções da Biblioteca Nacional de Portugal, contribuindo para a preservação do património literário do país, de acordo com fontes do meio.
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