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EUA cancelam exercício militar conjunto com a Coreia do Sul devido ao conflito no Irão
A anulação de um importante exercício militar conjunto entre os EUA e a Coreia do Sul segue a decisão do Presidente Trump de reduzir as operações militares em meio a tensões no Irão.

Os Estados Unidos cancelaram um significativo exercício militar conjunto com a Coreia do Sul, citando as limitações na disponibilidade de tropas devido ao conflito em curso com o Irão. O exercício de desembarque anfíbio planeado, que envolve forças navais de ambas as nações, deveria ter lugar no próximo mês como parte dos esforços para fortalecer as operações conjuntas.
De acordo com declarações de oficiais sul-coreanos, o cancelamento do exercício conjunto foi anunciado na segunda-feira e faz parte de uma decisão mais ampla do Presidente dos EUA, Donald Trump, de reduzir os exercícios militares na região. Isso inclui os exercícios anuais Ulchi Freedom Shield, cuja duração Trump mandou reduzir de onze dias para cinco na semana passada.
Várias fontes confirmam que o cancelamento reflete desafios logísticos enfrentados pelas forças dos EUA em meio aos seus compromissos relacionados à guerra no Irão. Os exercícios bienais Ssangyong normalmente envolvem operações complexas com navios de guerra, aeronaves e forças terrestres ensaiando desembarques anfíbios ao lado dos seus homólogos sul-coreanos.

Relatos indicam que os exercícios conjuntos EUA-Coreia do Sul têm sido alvo de escrutínio, com preocupações de que possam transmitir um sinal hostil à Coreia do Norte. A administração dos EUA alterou anteriormente a escala e o foco de tais exercícios em resposta a considerações diplomáticas com Pyongyang.
As alterações ao cronograma de treino militar levantam questões sobre o futuro da cooperação em defesa entre os EUA e a Coreia do Sul e como poderá ser influenciada pelos desenvolvimentos no Irão. A situação permanece fluida, com ambos os países a chamar a atenção para a necessidade de manter a prontidão, apesar das recentes mudanças.
O governo sul-coreano reconheceu a decisão tomada pelos Estados Unidos e está a coordenar a sua estratégia de defesa em conformidade. As discussões continuam dentro da administração sul-coreana sobre as implicações da colaboração militar reduzida com os EUA.