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sábado, 3 de outubro de 2026

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EUA e Dinamarca finalizam acordo de segurança para a Groenlândia

Os Estados Unidos firmaram um acordo de segurança com a Dinamarca e a Groenlândia, garantindo controle permanente sobre a presença militar no território ártico.

Foto de arquivo: EUA e Dinamarca finalizam acordo de segurança para a Groenlândia
Foto de arquivoFoto: NASA Goddard Photo and Video · Flickr · BY

Os Estados Unidos alcançaram um acordo com a Dinamarca e a Groenlândia que estabelece a autoridade dos EUA sobre a segurança na ilha da Groenlândia. O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou este acordo através de uma publicação na Truth Social, afirmando que assegura o controle permanente sobre a segurança na região e proíbe adversários de estabelecerem bases militares ou realizarem investimentos sensíveis sem aprovação explícita dos EUA.

Nas suas declarações, Trump enfatizou que o acordo aborda questões-chave de segurança dos EUA e visa melhorar as operações militares na Groenlândia. Ele afirmou que nenhum adversário poderia manter uma presença militar ou construir instalações no território sob o novo arranjo.

O acordo proposto deve ser assinado na próxima semana durante a Assembleia Geral das Nações Unidas, dependendo da aprovação parlamentar tanto da Dinamarca quanto da Groenlândia. Isto reflete as consultas em curso entre as autoridades dos EUA e os seus homólogos dinamarqueses, que descreveram o pacto como benéfico para a NATO e a segurança europeia, indicando que não põe em causa a autonomia da Groenlândia.

Foto de arquivo: EUA e Dinamarca finalizam acordo de segurança para a Groenlândia
Foto de arquivoFoto: Fredsteve3 · Wikimedia Commons · CC BY-SA 4.0

Várias fontes reportaram que o acordo tem como objetivo fortalecer as capacidades operacionais militares dos EUA na Groenlândia, um território ártico de importância estratégica em meio ao aumento das tensões com nações como a China e a Rússia. O arranjo foi enquadrado como uma medida proativa para salvaguardar os interesses dos EUA na região ártica.

Em meio a esses desenvolvimentos, os groenlandeses expressaram preocupações em relação ao controle dos EUA sobre a ilha. Protestos contra a influência dos EUA foram notados, com as populações locais manifestando a sua posição contra uma possível dominação militar. Isso introduziu um elemento de controvérsia dentro do contexto mais amplo da política externa dos EUA no Ártico.

O acordo destaca uma mudança significativa nas relações entre os EUA e a Dinamarca, especialmente no que diz respeito às estratégias de defesa no Ártico. Observadores notam que o acordo é estruturado para equilibrar a soberania dinamarquesa com a necessidade de liberdade operacional das forças militares dos EUA. Funcionários da Dinamarca e da Groenlândia acolheram o acordo, coordenando esforços para garantir que a governança local permaneça intacta. Este desenvolvimento estratégico reflete uma interação complexa na geopolítica ártica.