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sexta-feira, 23 de outubro de 2026

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Finanças

Fenprof denuncia 2.650 horários por preencher nas escolas a dias do início do ano letivo

A Fenprof anunciou que existem 2.650 horários por preencher, com a grande Lisboa a ser a mais afetada, a poucos dias do início do ano letivo.

Foto de arquivo: Fenprof denuncia 2.650 horários por preencher nas escolas a dias do início do ano letivo
Foto de arquivoFoto: Esquerda.net · Wikimedia Commons · CC BY-SA 2.0

A Federação Nacional de Professores (Fenprof) informou esta terça-feira que ainda há 2.650 horários em aberto nas escolas, correspondendo a mais de 50 mil horas de ensino por preencher. Esta denúncia foi feita durante uma conferência de imprensa realizada em Lisboa, onde um dos secretários-gerais da Fenprof, José Feliciano Costa, apresentou os dados sobre a situação atual.

Segundo a Fenprof, a área da grande Lisboa é a mais afetada pela falta de professores, com um total de 1.426 horários em oferta. As instituições de Setúbal e Faro também apresentam um número considerável de horários por preencher, embora os dados relativos a estas áreas não tenham sido especificados na conferência de imprensa.

A Fenprof atribui a escassez de docentes a políticas que considera desvalorizarem os profissionais de ensino. As declarações do sindicato sugerem que a manutenção de tantas vagas em aberto pode ter um impacto significativo na qualidade do ensino nas escolas afetadas.

Foto de arquivo: Fenprof denuncia 2.650 horários por preencher nas escolas a dias do início do ano letivo
Foto de arquivoFoto: Esquerda.Net · Flickr · BY-SA

Os dados apresentados pela Fenprof surgem a poucos dias do início do ano letivo, aumentando a preocupação com a capacidade das escolas em funcionarem adequadamente com o número insuficiente de professores. A situação levanta questões sobre a gestão de recursos humanos no setor da educação.

Reuniões e conversações sobre a situação atual poderão ser necessárias para abordar a falta de docentes, mas até ao momento não foram divulgadas propostas concretas por parte das autoridades competentes para resolver este problema. A pressão sobre os responsáveis pelo setor educativo tende a aumentar à medida que se aproxima o novo ano letivo.

A Fenprof continua a acompanhar a situação e a denunciar as dificuldades enfrentadas pelas escolas, uma vez que a falta de professores pode afetar o futuro do sistema educativo e a qualidade do ensino oferecido aos alunos.