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terça-feira, 11 de agosto de 2026

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FIFA acusa críticos de minarem o presidente Gianni Infantino

A FIFA emitiu um comunicado alegando uma tentativa concertada de minar o seu presidente Gianni Infantino, no meio de controvérsias relacionadas com a sua liderança.

A FIFA condenou o que descreve como um "esforço concertado e contínuo" visando minar o seu presidente, Gianni Infantino. Esta afirmação surge após uma crescente crítica a Infantino, particularmente da UEFA e de outras figuras proeminentes do futebol europeu. Num comunicado, a FIFA caracterizou essas ações como parte de uma escalada num conflito em curso no desporto, frequentemente referido como uma 'guerra civil' entre os organismos dirigentes do futebol.

O comunicado da federação surge durante um período de intensificada escrutínio dirigido a Infantino, que se prepara para se recandidatar como presidente da FIFA em março. A UEFA expressou a sua posição de que a continuidade da liderança de Infantino é insustentável, especialmente após o abandono dos planos de privatização das apostas da Copa do Mundo, complicando ainda mais a sua posição.

Entretanto, surgiram também alegações sobre a conduta passada de Infantino enquanto secretário-geral da UEFA. Relatórios indicam que estas incluem queixas relacionadas com o manuseio de relações pessoais e potencial favoritismo, contribuindo para a pressão à volta da sua liderança.

Os críticos apontaram para estas questões como justificação para exigirem que Infantino se demita, enquanto a FIFA declarou que quaisquer desafios à autoridade do presidente deveriam respeitar as estruturas e procedimentos regulamentares da organização, em vez de serem feitos através de pressões externas.

Além disso, a controvérsia ganhou força após relatos indicando que a UEFA pode ter estado envolvida em pagamentos questionáveis ligados a relações pessoais durante o mandato de Infantino à frente do futebol europeu. Isto alimentou ainda mais os argumentos em torno da legitimidade do seu papel como presidente.

À medida que esta situação evolui, a FIFA continua a apoiar o seu presidente, insistindo na defesa dos processos que sustentam a sua governação e abstendo-se de permitir que fatores externos possam desestabilizar a presidência de Infantino.

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