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sábado, 17 de outubro de 2026

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Flávio Bolsonaro descarta cargos para pai e irmão em possível governo

Flávio Bolsonaro afirmou que não considera nomear Jair Bolsonaro e que Eduardo não será chanceler em seu governo.

Foto de arquivo: Flávio Bolsonaro descarta cargos para pai e irmão em possível governo
Foto de arquivoFoto: US Embassy Brasília · Wikimedia Commons · Public domain

Flávio Bolsonaro, candidato do Partido Liberal (PL) à Presidência do Brasil, afirmou em uma entrevista à TV Globo nesta sexta-feira (16) que 'não está no radar' nomear seu pai, Jair Bolsonaro, para qualquer cargo em um eventual governo. O senador fez essas declarações durante uma sabatina ao ser questionado sobre a possível participação do ex-presidente em sua administração.

Além disso, Flávio Bolsonaro negou a possibilidade de indicar o seu irmão, Eduardo Bolsonaro, para o cargo de chanceler. Essa afirmação foi feita em resposta a perguntas sobre a composição de seu futuro governo, caso seja eleito nas presidenciais marcadas para 25 de outubro.

Letícia Casado, jornalista do UOL, reportou que apesar das declarações de Flávio, integrantes da diplomacia brasileira percebem que o Itamaraty está em 'alerta' quanto às possíveis nomeações que possam ocorrer após as eleições.

Foto de arquivo: Flávio Bolsonaro descarta cargos para pai e irmão em possível governo
Foto de arquivoFoto: Senado Federal · Wikimedia Commons · CC BY-SA 4.0

Flávio enfatizou que seu pai nunca discutiu com ele a possibilidade de assumir um cargo no governo, reiterando que essa questão não está sendo considerada por ele. Esta posição contrasta com declarações anteriores que indicavam uma consideração em nomear Jair Bolsonaro para algum posto.

Enquanto isso, a repercussão das declarações de Flávio foi acompanhada de perto pelas redes sociais e pela mídia, levando a especulações sobre as intenções políticas da família Bolsonaro em um cenário pós-eleitoral.

A negação de Flávio sobre a participação de seu pai e irmão em um eventual governo também levanta questões sobre a futura direção política do PL e como as decisões serão tomadas dentro do partido, à medida que a eleição se aproxima.