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quinta-feira, 22 de outubro de 2026

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Economia

Guerra e escassez de aviões deverão reduzir lucros da aviação comercial

A Associação Internacional do Transporte Aéreo indica que lucros poderão ser reduzidos para metade devido a conflitos e atrasos na entrega de aeronaves.

Foto de arquivo: Guerra e escassez de aviões deverão reduzir lucros da aviação comercial
Foto de arquivoFoto: Arquivo Nacional do Brasil · Flickr · PDM

A Associação Internacional do Transporte Aéreo (IATA) alertou que os lucros das companhias aéreas em todo o mundo poderão reduzir-se para metade. O alerta foi feito em consequência do conflito no Médio Oriente e dos atrasos nas entregas de aeronaves, que afetam a operação do setor da aviação comercial.

Segundo a IATA, antes do início das hostilidades no Médio Oriente, as previsões de rentabilidade das companhias aéreas eram significativamente mais otimistas. A associação referiu que a situação atual representa um ponto de rutura para o setor, que enfrenta novos desafios em termos de disponibilidade de equipamentos.

O gestor regional da IATA para Hong Kong e Macau, Erik Chan, falou sobre as implicações que estas circunstâncias têm para o sector, reconhecendo que a escassez de aviões prejudica as operações e a capacidade de resposta das companhias aéreas.

Foto de arquivo: Guerra e escassez de aviões deverão reduzir lucros da aviação comercial
Foto de arquivoFoto: Arquivo Nacional do Brasil · Flickr · PDM

Foram relatados atrasos em entregas de novas aeronaves, o que afeta diretamente a capacidade das companhias aéreas de expandir as suas operações e atender à demanda crescente de passageiros.

Diante deste cenário, a IATA sublinhou a importância da estabilidade no Médio Oriente para a recuperação e sustentabilidade da aviação comercial, evidenciando que conflitos prolongados podem ter impactos duradouros.

O impacto financeiro decorrente destes fatores será monitorado de perto, com a IATA prevendo que as companhias aéreas terão de ajustar as suas estratégias perante a nova realidade, que poderá exigir a priorização de rotas e serviços. Portanto, o setor deve estar preparado para adaptar-se a um ambiente em constante mudança.