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sexta-feira, 23 de outubro de 2026

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Líderes nórdicos e bálticos reúnem-se em Kiev para discutir defesa da Ucrânia

Os dirigentes dos oito países nórdicos e bálticos estão em Kiev para abordar um programa conjunto de defesa aérea com o presidente Zelenski.

Foto de arquivo: Líderes nórdicos e bálticos reúnem-se em Kiev para discutir defesa da Ucrânia
Foto de arquivoFoto: Kyiv City State Administration · Wikimedia Commons · CC BY 4.0

Líderes de oito países nórdicos e bálticos chegaram a Kiev no domingo para discutir estratégias de defesa em resposta aos recentes ataques com mísseis e drones russos na Ucrânia. A reunião, que envolve o grupo conhecido como NB-8, tem como foco o reforço da defesa aérea da Ucrânia.

Os dirigentes estão em conversações com o presidente ucraniano Volodymyr Zelenski, visando estabelecer um programa comum de defesa. Esta visita surge após um período de intensa atividade militar do Kremlin, que resultou em numerosas vítimas e destruição na região.

A reunião dos líderes é particularmente relevante, uma vez que se insere num contexto de crescente apoio militar europeu a Kiev. França e Alemanha já sinalizaram a intenção de aumentar a assistência à Ucrânia, o que poderá influenciar as discussões entre os líderes nórdicos e bálticos.

Foto de arquivo: Líderes nórdicos e bálticos reúnem-se em Kiev para discutir defesa da Ucrânia
Foto de arquivoFoto: George Chernilevsky · Wikimedia Commons · CC BY-SA 4.0

Os países envolvidos incluem a Dinamarca, Estónia, Finlândia, Islândia, Letónia, Lituânia, Noruega e Suécia. Cada um destes países traz diferentes capacidades e experiências para a mesa de negociações, visando fortalecer a cooperação regional em defesa.

Além das questões de defesa, as reuniões também servem para reforçar laços diplomáticos e mostrar solidariedade com a Ucrânia em tempos de crise. A cooperação entre nações nórdicas e bálticas é fundamental para responder às ameaças atuais.

A natureza exata dos acordos a serem alcançados ainda não foi divulgada, mas o objetivo geral é aumentar a resiliência e eficácia na defesa, com especial enfoque na proteção contra ataques aéreos, que têm sido uma preocupação crescente desde o início do conflito.