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sábado, 17 de outubro de 2026

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Lisboa vai suspender sistema de trotinetes partilhadas

A Câmara Municipal de Lisboa decidiu suspender o sistema de trotinetes partilhadas, citando problemas de segurança e ocupação de espaços públicos.

Foto de arquivo: Lisboa vai suspender sistema de trotinetes partilhadas
Foto de arquivoFoto: Rúdisicyon · Wikimedia Commons · CC BY-SA 4.0

A Câmara Municipal de Lisboa (CML) anunciou a intenção de suspender o sistema de trotinetes partilhadas na cidade. A decisão foi justificada por questões relacionadas com a segurança e a ocupação dos espaços públicos, revelando preocupações acerca do funcionamento das trotinetes na capital.

O presidente da câmara, Carlos Moedas, sublinhou que o sistema atualmente em vigor não está a funcionar como esperado. Em um vídeo partilhado na rede social X, Moedas referiu que a situação requer uma nova abordagem para garantir a segurança dos cidadãos e a utilização adequada do espaço urbano.

A proposta para a suspensão das trotinetes será discutida numa reunião da Câmara Municipal, onde deverá ser formalizada a decisão. Este passo está alinhado com o que tem ocorrido em outras cidades portuguesas, como Braga, Espinho e Vila Nova de Gaia, que adotaram medidas semelhantes.

Foto de arquivo: Lisboa vai suspender sistema de trotinetes partilhadas
Foto de arquivoFoto: Portuguese_eyes · Flickr · BY-SA

Além da proposta relativa às trotinetes, a CML confirmou que o sistema de bicicletas partilhadas, conhecido como Gira, continuará a funcionar e será até reforçado na cidade. O objetivo é promover uma alternativa sustentável e segura de mobilidade.

As preocupações levantadas por Carlos Moedas sobre as trotinetes incluem alegações de incidentes de segurança e reclamações de mau uso dos espaços públicos, que têm gerado descontentamento entre os habitantes e visitantes de Lisboa. A administração municipal está atenta a estas questões e tem se esforçado para encontrar soluções.

Com a proposta a ser votada na próxima reunião da câmara, a expectativa é que a suspensão se torne oficial num futuro próximo. Esta decisão inicia um novo capítulo na política de mobilidade urbana em Lisboa, conforme a cidade busca melhorar a segurança e eficiência dos seus sistemas de transporte.