Panorama
Lufthansa desvia voo para Lisboa devido a powerbank em chamas para Lyon
Um voo da Lufthansa de Frankfurt para Lisboa foi desviado para Lyon devido a uma powerbank em chamas. Os 198 passageiros foram alojados numa hotel em Lyon durante a noite.

Um Airbus A321 da Lufthansa, que estava a caminho de Frankfurt para Lisboa na noite de sábado, foi desviado para o aeroporto francês de Lyon devido a um incêndio a bordo. Segundo a empresa, uma bateria externa pertencente a um passageiro incendiou-se perto de um dos assentos. O incidente ocorreu durante o voo, quando a aeronave sobrevoava a Suíça.
A tripulação reagiu de imediato ao incidente e colocou a powerbank em chamas num saco adequado para lítio. Além disso, o piloto decidiu aterrar o avião em Lyon por precaução, garantindo a segurança dos passageiros e da crew. Não houve feridos e todos os 198 passageiros ficaram ilesos.
Após a aterragem de emergência, os passageiros e a tripulação foram alojados durante a noite num hotel em Lyon. Informações sobre como e quando o voo seria concluído foram dadas aos passageiros que deveriam continuar a viagem para Lisboa na manhã de domingo.

A desviação do voo e a manuseamento seguro da situação pela tripulação foram relatados por vários meios de comunicação que abordaram o incidente com a Lufthansa. A empresa confirmou o ocorrido e explicou as medidas que foram tomadas para assegurar a segurança de todos a bordo.
O incidente demonstra a seriedade com que os protocolos de segurança na aviação são tratados, especialmente em relação a dispositivos eletrónicos que podem representar risco de incêndio. Segundo relatórios, o uso de powerbanks e dispositivos semelhantes em aviões é frequente, o que torna necessárias formações regulares para a tripulação a fim de que possam reagir corretamente em situações de emergência.
Como a Lufthansa e outras companhias aéreas continuam a lidar com isso depende das políticas internas de segurança, mas o incidente sublinha os desafios que os dispositivos tecnológicos podem trazer. Foi reportado que os passageiros que aterraram em Lyon receberam formação intensiva sobre os respectivos protocolos de segurança em situações semelhantes. A causa exata do incêndio permanece desconhecida.