Um militar da Guarda Nacional Republicana (GNR) que disparou a arma de serviço para o ar no centro de formação em Portalegre em junho está atualmente suspenso. O incidente ocorreu durante um exercício no referido centro, onde a utilização do armamento é supostamente regulamentada.
O Ministério Público (MP) instaurou um inquérito judicial para investigar o ocorrido, tendo em conta que o disparo, embora não tenha causado ferimentos, coloca em questão a segurança no local. Adicionalmente, o militar enfrenta um processo disciplinar interno dentro da GNR.
A situação é acompanhada pelas autoridades competentes, que verificarão as circunstâncias que rodearam o disparo e o cumprimento das normas de segurança aplicáveis.
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