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quarta-feira, 19 de agosto de 2026

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Oito nações condenam rejeição de Israel ao plano de paz para Gaza

Um grupo de oito países muçulmanos criticou a rejeição de Israel à proposta de paz dos EUA para Gaza, afirmando que isso ameaça a estabilidade regional e os esforços por uma paz duradoura.

Oito nações condenam rejeição de Israel ao plano de paz para Gaza
Foto: מקף־עברי · Wikimedia Commons · CC BY-SA 4.0

Oito grandes nações muçulmanas, incluindo a Arábia Saudita, o Egito, a Indonésia, a Jordânia, a Turquia, o Catar, os Emirados Árabes Unidos e o Paquistão, condemaram a rejeição de Israel ao plano de paz para Gaza apoiado pelos EUA, originalmente proposto pelo Presidente Donald Trump. A declaração enfatiza que a postura de Israel prejudica os esforços coletivos para alcançar uma paz justa e sustentável na região.

De acordo com uma declaração conjunta emitida pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros do Paquistão, esta reação seguiu-se à aceitação da proposta por facções palestinianas, incluindo o Hamas, que concordaram com um roteiro destinado a estabelecer um quadro para o desarmamento do Hamas e a retirada das tropas israelitas dos territórios palestinianos.

A crítica à posição de Israel foi reiterada por vários relatórios, afirmando que a rejeição ocorreu durante discussões em andamento lideradas pelo enviado dos EUA, Jared Kushner, e pelo enviado especial para a paz em Gaza, Nickolay Mladenov. Estas conversações tinham como objetivo estabelecer um cessar-fogo e explorar a implementação do plano com mediadores regionais no Egito.

Oito nações condenam rejeição de Israel ao plano de paz para Gaza
Foto: מקף־עברי · Wikimedia Commons · CC BY-SA 4.0

Os ministros dos Negócios Estrangeiros dos países envolvidos expressaram preocupações de que a recusa de Israel em avançar com o plano dos EUA coloca em sério perigo as perspectivas gerais para a sua implementação. Eles argumentam que tal rejeição compromete profundamente os esforços destinados a estabelecer uma paz e estabilidade duradouras na região.

Nas declarações feitas, foi enfatizada a importância da intervenção dos EUA para garantir que Israel cumpra o roteiro aceito pelos palestinianos. Os ministros sublinharam as potenciais repercussões da falta de cumprimento para futuras negociações e para a harmonia geral entre as partes envolvidas.

Apesar da forte condenação por parte destas nações, o governo de Israel manteve a sua posição, afirmando que qualquer retirada das tropas está condicionada ao desarmamento do Hamas. Esta tensão contínua sublinha as complexidades envolvidas na obtenção de paz entre Israel e as facções palestinianas.

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