Panorama
Oposição em Mechelen pede investigação sobre remuneração de colaboradora de Somers
A oposição em Mechelen critica fortemente a remuneração de uma colaboradora do presidente Bart Somers.

A oposição em Mechelen reagiu à controvérsia em torno da remuneração de uma colaboradora pessoal do presidente Bart Somers. Os partidos N-VA e CD&V insistiram numa investigação mais aprofundada sobre esta questão. O Vlaams Belang, por sua vez, exigiu a demissão de Somers, referindo-se a um aprofundamento da degradação das normas.
A PVDA descreveu a situação como um exemplo de uma 'cultura de autoapropriação'. Os partidos da oposição deixaram claro que querem mais clareza sobre a remuneração e as circunstâncias em que esta foi estabelecida.
A crítica também inclui questões sobre o funcionamento de Bart Somers como presidente. A oposição classificou o incidente como mais um episódio numa sequência de problemas que cercam o presidente.

De acordo com os diferentes partidos, é importante que haja uma investigação independente. Isso indica que existem dúvidas sobre a legalidade da remuneração atribuída à colaboradora.
O caso será debatido na próxima sessão da câmara municipal em Mechelen, prevista para setembro. A oposição espera que durante esta sessão sejam revelados detalhes sobre o estado atual da situação.
Se forem encontradas deficiências jurídicas, os partidos da oposição afirmam que Somers pode ter que se demitir, o que sugere a possibilidade de sua saída.