Desporto
Opositores contestam passagem da 87.ª Volta na Mata da Albergaria
Ativistas e associações denunciam riscos à Mata da Albergaria durante a 87.ª Volta a Portugal.

Um grupo informal de ativistas e associações, incluindo a Quercus, expressou a sua oposição à passagem da 87.ª Volta a Portugal pela Mata da Albergaria, uma área classificada pela UNESCO e pelo Conselho da Europa. Os opositores argumentam que esta passagem poderia criar um precedente perigoso para a proteção do espaço natural.
Os membros do grupo afirmam que a realização do evento pode ter impactos negativos na flora e fauna locais devido ao aumento do tráfego e à movimentação de pessoas na área. A Mata da Albergaria é reconhecida pelo seu valor ecológico e pela necessidade de conservação.

Além da Quercus, outras associações de proteção ambiental também se juntaram ao alerta, destacando a importância de respeitar as áreas protegidas em virtude de seu reconhecimento internacional. Estes grupos consideram que a preservação da Mata é fundamental para a biodiversidade.
Os ativistas pedem diálogo com as autoridades sobre a gestão de eventos que possam comprometer a integridade ambiental da região. A preocupação é que a realização desta etapa da competição possa abrir caminho para futuras permissões em áreas sensíveis.