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Pedro Passos Coelho defende acordo entre PSD, IL e Chega
O antigo primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, opinou sobre a necessidade de um acordo político com o Chega e a Iniciativa Liberal.

Pedro Passos Coelho, ex-primeiro-ministro de Portugal, defendeu um acordo político entre o Partido Social Democrata (PSD), a Iniciativa Liberal (IL) e o Chega. Em declarações reportadas, Passos Coelho afirmou que o PSD 'tinha a obrigação' de considerar essa coligação como uma opção política viável.
Além disso, Passos Coelho admitiu a possibilidade de um regresso à política caso o PSD não tenha sucesso nas eleições. Este posicionamento foi mencionado numa entrevista recente onde partilhou que poderia avaliar essa decisão se as circunstâncias o exigissem.
Pedro Siza Vieira, ex-ministro, comentou sobre a postura política de Passos Coelho, sugerindo que ele parece estar alinhado com o Chega e que esta colaboração está a ser cenário de discussão dentro do partido.

A proposta de Passos Coelho para o acordo gerou reações dentro do PSD e junto de outros partidos. A direção do PSD, liderada por Luís Montenegro, tem enfrentado desafios em várias frentes, o que poderá influenciar as dinâmicas entre os partidos.
A defesa de mais realismo nas expectativas sobre o Serviço Nacional de Saúde (SNS) também foi abordada por Siza Vieira, que acredita que é necessário um enfoque mais prático nas expectativas do sistema de saúde público.
Essas declarações ocorrem num momento crítico para o PSD e suas alianças, à medida que se aproxima o período eleitoral e o partido tenta consolidar sua posição no panorama político.