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Pentágono admite escassez de munições devido à guerra
O Departamento de Defesa dos EUA reconheceu pela primeira vez uma escassez de munições relacionada à guerra, enquanto a Coreia do Norte prometeu apoio à Rússia.

O Pentágono admitiu, pela primeira vez, uma escassez de munições, vinculando esta situação à guerra em curso. O reconhecimento foi feito pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos, que expressou preocupação com a disponibilidade de armamentos.
Neste contexto, a Coreia do Norte reiterou seu apoio à Rússia. O líder norte-coreano, Kim Jong Un, enviou uma carta ao presidente russo Vladimir Putin, na qual enfatizou um compromisso de apoio "inabalável" na chamada "guerra sagrada" contra a Ucrânia.
De acordo com informações oficiais, Kim Jong Un fez referência ao acordo de defesa assinado entre os dois países, e garantiu que a Coreia do Norte poderia enviar mais soldados para o combate, como parte desse apoio reforçado.

Kiev e Moscovo continuam a trocar ataques, refletindo a intensificação do conflito entre as duas nações. A situação na região permanece tensa, com ambos os lados buscando consolidar suas posições.
Em agosto, o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou que a Coreia do Norte estava a planear enviar entre 30.000 e 50.000 soldados para território russo, uma afirmação que se alinha com o apoio prometido por Kim Jong Un na sua carta.
Esses desenvolvimentos ocorrem em um momento em que as forças armadas dos EUA reconhecem a escassez de recursos, o que levanta preocupações sobre a capacidade de manter o apoio militar a Kiev na continuação do conflito. O foco agora recai sobre como essas dinâmicas irão evoluir nas próximas fases da guerra.