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Porto: Protesto pelo direito à habitação termina em confrontos
Um protesto em defesa do direito à habitação no Porto resultou em pelo menos 37 feridos, incluindo um agente da polícia e manifestantes, alguns dos quais foram hospitalizados.

Um protesto organizado pelo Movimento pela Habitação no Porto culminou em confrontos com as forças de segurança na Praça D. João I. Segundo o movimento, um manifestante com deficiência e vários outros foram feridos durante a intervenção da polícia, que foi solicitada para remover tendas que haviam sido reerguidas na praça.
Os Bombeiros confirmaram que assistiram várias vítimas no local. A PSP, por sua vez, relatou que um dos seus agentes também ficou ferido durante os distúrbios, embora não tenha fornecido detalhes sobre as circunstâncias das lesões.
Fontes locais, incluindo o Observador e a RTP, reportam que a situação se deteriorou quando a polícia começou a agir para dispersar os manifestantes, insistindo na remoção das tendas instaladas na área.

Um total de 37 feridos foi apontado pelo Movimento pela Habitação, que denunciou a violência policial e chamou a atenção para a intensidade dos confrontos. Esta versão dos eventos coincide com relatos de outros meios de comunicação, que mencionam que os feridos foram assistidos no local e que alguns necessitaram de hospitalização.
A Câmara Municipal do Porto e a PSP criticaram as ações dos manifestantes, divulgando que a intervenção foi feita de maneira proporcional à situação encontrada. O Diretor Nacional da PSP definiu a ação como adequada ao contexto do ocorrido durante a madrugada.
Como resposta aos eventos, o Movimento pela Habitação já convocou uma nova concentração, continuando a luta pelo direito à habitação na cidade. A mobilização anterior atraiu centenas de participantes que defendem uma abordagem mais eficaz às questões habitacionais.