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Portugal sem pressão migratória, mas em 2.º lugar nos alertas de retorno na UE
Relatório revela que Portugal não enfrenta pressão migratória, mas ocupa o 2.º lugar nas ordens de retorno na União Europeia, com foco em cidadãos do Brasil, Índia e Angola.

De acordo com o relatório anual da Comissão Europeia sobre migrações e asilo, Portugal não se encontra sob pressão migratória. Este dado foi destacado por várias fontes ao longo da cobertura do tema, sublinhando a estabilidade do país em relação a influxos migratórios.
No entanto, a mesma análise revela que Portugal está em segundo lugar na União Europeia em termos de alertas de retorno emitidos. Isso indica que, apesar da falta de pressão migratória, as autoridades emitem ordens de saída para regresso de alguns imigrantes.
As nacionalidades mais frequentemente mencionadas nas ordens de saída incluem cidadãos do Brasil, Índia e Angola. Este padrão sugere que estas comunidades estão a ser alvo das políticas de retorno implementadas em Portugal.

Além das ordens de saída, a situação em Portugal destaca-se também pela proporção de alertas de retorno em relação à população. O país é indicado como o segundo na lista da UE, o que reflete uma vigilância ativa sobre as situações de permanência.
O relatório sublinha as diferenças nas dinâmicas migratórias em comparação com outros Estados-membros da União Europeia, onde a pressão migratória pode ser mais acentuada, evidenciando assim a posição única de Portugal no contexto europeu.
Esta situação chama a atenção para as políticas de migração de Portugal, que continuam a ser monitoradas tanto nacionalmente como pela Comissão Europeia, que no seu relatório analisa diferentes aspetos do sistema de migração e asilo na região.