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Príncipe Harry renuncia ao Conselho da African Parks em meio a controvérsia
O príncipe Harry afastou-se do conselho da African Parks após um escândalo relacionado a abusos de direitos humanos por parte dos seus guardas em 2025.

O príncipe Harry renunciou ao seu cargo como administrador da African Parks, uma organização de conservação africana. O seu porta-voz confirmou a decisão na segunda-feira, após uma controvérsia envolvendo os guardas da entidade.
Em maio de 2025, a African Parks reconheceu que os seus guardas estavam implicados em 'abusos de direitos' num parque nacional situado na República do Congo. Este reconhecimento suscitou preocupações significativas em relação à conduta dos indivíduos envolvidos.
Apesar de ter deixado o conselho, o porta-voz do príncipe Harry indicou que o Duque de Sussex continua a ser um 'apoiante ativo e entusiasta' da missão da African Parks.

A decisão de sair do conselho surge num momento em que a organização enfrenta as consequências do anúncio acerca das ações dos seus guardas. A situação atraiu considerável atenção e escrutínio mediático.
Múltiplas fontes, incluindo a Free Malaysia Today e o The Guardian, reportaram sobre a renúncia do príncipe, destacando o contexto de controvérsia em torno da organização.
O envolvimento do príncipe Harry com a African Parks tem sido marcado tanto pelos seus esforços filantrópicos como pelas recentes manchetes relacionadas com as questões de direitos humanos associadas à organização. A sua renúncia poderá sinalizar uma resposta à crescente pressão em torno destes desenvolvimentos.