Mundo
Príncipe norueguês Sverre Magnus inicia estudos em Lisboa
Sverre Magnus, filho do príncipe herdeiro Haakon da Noruega, vai estudar Gestão de Empresas no Forward College, enquanto a irmã frequentará a Universidade de Oslo.

Sverre Magnus, filho mais novo do príncipe herdeiro Haakon e da princesa Mette-Marit da Noruega, anunciou que vai estudar Gestão de Empresas no Forward College, em Lisboa. O príncipe fará este curso durante um ano, começando este outono, e segue assim os passos da Infanta Sofia de Espanha, que optou por estudar em Paris.
O Forward College, localizado em Lisboa, é conhecido por atrair estudantes de várias partes da Europa e por oferecer cursos adaptados ao mercado global. Sverre Magnus, que completa 21 anos em dezembro, ocupará a terceira posição na linha de sucessão ao trono norueguês, o que torna a sua escolha acadêmica num assunto de interesse para a mídia e o público.
Além de seguir o caminho da Infanta Sofia, Sverre Magnus também inicia os seus estudos em um momento em que sua irmã, Ingrid Alexandra, deixará Sidney, onde estava a estudar, para se matricular na Universidade de Oslo. Esta mudança de Ingrid visa ficar mais próxima da mãe, Mette-Marit, que recebeu recentemente um transplante de pulmão e necessita de apoio durante a sua recuperação.
A notícia sobre os estudos de Sverre Magnus foi reportada por vários meios de comunicação, incluindo o Observador e o El País, destacando o contexto atual da família real norueguesa e as suas decisões educativas para os jovens membros da monarquia.
A escolha de Sverre Magnus em estudar em Lisboa, a cerca de 3.000 quilômetros de Oslo, levanta questões sobre a sua adaptação ao novo ambiente e as suas experiências académicas, além de servir para estreitar laços entre diferentes casas reais da Europa. Com a Infanta Sofia a estudar em Paris, os dois jovens príncipes poderão desenvolver uma amizade durante os seus anos de formação.
Com a formalização do ingresso de Sverre Magnus, cristã um novo capítulo na educação dos príncipes europeus. Essa decisão mostra não apenas a mobilidade dos jovens reais, mas também a crescente tendência de optar por instituições internacionais, esperando que o príncipe adquira conhecimentos valiosos que possam beneficiar o seu futuro.