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terça-feira, 18 de agosto de 2026

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Internacional

Reeleição de Hakainde Hichilema à presidência da Zâmbia com 60% dos votos

O presidente cessante Hakainde Hichilema foi reeleito com 60% dos votos nas últimas eleições na Zâmbia, segundo a comissão eleitoral.

Reeleição de Hakainde Hichilema à presidência da Zâmbia com 60% dos votos
Foto: MONUSCO · Openverse · BY-SA

Hakainde Hichilema foi reeleito presidente da Zâmbia, obtendo 60% dos votos, anunciou a comissão eleitoral na terça-feira. Este resultado surge após as eleições que decorreram na semana passada e que contaram com a participação de vários candidatos, incluindo Brian Mundubile, o seu principal adversário, que arrecadou 38% dos votos, segundo os resultados anunciados.

Os resultados desta eleição suscitaram interrogações, nomeadamente devido à prisão de opositores durante a campanha eleitoral. Observadores internacionais também sinalizaram irregularidades durante a votação, levantando preocupações quanto à transparência do processo eleitoral.

Hakainde Hichilema, de 64 anos, está no poder desde 2021. Durante o seu mandato, implementou reformas económicas, embora alguns zambianos tenham exprimido dúvidas quanto à sua eficácia. As expectativas permanecem elevadas em relação às consequências dessas reformas na economia do país.

Reeleição de Hakainde Hichilema à presidência da Zâmbia com 60% dos votos
Foto: MONUSCO · Openverse · BY-SA

A comissão eleitoral confirmou os resultados e declarou Hichilema vencedor, reforçando a sua posição à frente do país. Apesar das críticas ao processo, o presidente cessante conseguiu manter a confiança de uma parte significativa da população.

As eleições na Zâmbia visavam determinar o futuro do país num contexto económico difícil. A reeleição de Hichilema poderá significar a continuidade das suas políticas económicas, mas as incertezas permanecem quanto ao impacto real no dia a dia dos zambianos.

Os resultados eleitorais serão agora examinados com atenção, tanto pelos partidários como pelos opositores, enquanto o período pós-eleitoral se abre para questões de governação e de concórdia nacional.

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