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sexta-feira, 23 de outubro de 2026

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Economia

Registos de depósitos a prazo e empréstimos à habitação atingem máximos históricos em julho

Os novos depósitos a prazo atingiram 13,7 mil milhões de euros, enquanto os empréstimos à habitação somaram 2,345 milhões de euros, ambos os valores mais elevados de sempre.

Foto de arquivo: Registos de depósitos a prazo e empréstimos à habitação atingem máximos históricos em julho
Foto de arquivoFoto: Rakoon · Wikimedia Commons · CC BY 3.0

Em julho, o volume de novas operações de depósitos a prazo das famílias aumentou 1,7 mil milhões de euros, totalizando 13,7 mil milhões. Este é o valor mais alto já registado, de acordo com informações do Banco de Portugal. Além disso, as taxas médias de juro dos depósitos a prazo subiram pelo sexto mês consecutivo.

Simultaneamente, os novos contratos de empréstimos à habitação também alcançaram um novo recorde, com um aumento de 166 milhões de euros, totalizando 2.345 milhões de euros. Este valor representa o ponto mais alto na série histórica para este tipo de empréstimos.

O crescimento tanto nos depósitos a prazo como nos empréstimos à habitação reflete mudanças nas atitudes dos consumidores e nas dinâmicas do mercado financeiro. No entanto, as razões exatas para estas variações não foram detalhadas nas fontes.

Foto de arquivo: Registos de depósitos a prazo e empréstimos à habitação atingem máximos históricos em julho
Foto de arquivoFoto: Chabe01 · Wikimedia Commons · CC BY-SA 4.0

A melhoria nos depósitos a prazo pode ser atribuída ao aumento das taxas oferecidas pelos bancos, uma tendência que já vem sendo observada ao longo dos últimos meses. A rentabilidade dos depósitos tem-se tornado um atrativo maior para as famílias.

Em contraste, o aumento dos empréstimos à habitação pode indicar uma procura crescente por habitação ou condições de crédito mais favoráveis. Este fenómeno também foi destacado por várias instituições financeiras, que reportaram um interesse significativo neste segmento.

Assim, julho foi um mês de marcos importantes para ambos os setores, mostrando uma dinâmica financeira em evolução em Portugal, com potenciais implicações para o futuro do mercado de crédito e poupança.