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sábado, 3 de outubro de 2026

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Russía avisa a NATO sobre resposta nuclear em relação a Kaliningrado

Russía alertou a NATO, afirmando que pode recorrer a armas nucleares para defender Kaliningrado se houver tentativas de isolar o exclave.

Foto de arquivo: Russía avisa a NATO sobre resposta nuclear em relação a Kaliningrado
Foto de arquivoFoto: acidka · Flickr · BY

A Russía emitiu um aviso à NATO numa altura de crescentes tensões na região do Báltico, especificamente em relação ao exclave russo de Kaliningrado, que faz fronteira com o Mar Báltico. A declaração de Moscovo indica que, se a NATO tentasse isolar Kaliningrado, estaria pronta a usar armas nucleares como parte da sua estratégia de defesa.

O aviso foi feito através de comunicações enviadas à NATO, assim como por declarações publicadas pelas embaixadas russas em vários países europeus. Estas comunicações acusavam a NATO de intensificar as tensões e preparar um potencial bloqueio aéreo e naval de Kaliningrado.

Nas mensagens, o governo russo reconheceu que as ações da NATO colocam ambas as partes em elevado risco de conflito armado direto. Além disso, enfatizou a gravidade da ameaça, recordando que Moscovo mobilizaria todas as forças disponíveis em defesa do seu exclave, se necessário.

Várias fontes relataram que este aviso surge logo a seguir a dias de retórica elevada por parte de oficiais russos sobre a presença e as atividades da NATO na região. As autoridades russas referiram-se a indivíduos na NATO como

Foto de arquivo: Russía avisa a NATO sobre resposta nuclear em relação a Kaliningrado
Foto de arquivoFoto: acidka · Flickr · BY

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sublinhando a sua preocupação face à escalada do posicionamento militar junto às suas fronteiras.

De acordo com um relatório visto pela Reuters, a comunicação russa referiu-se às ações da aliança ocidental como um 'curso perigoso e imprudente', aumentando ainda mais as preocupações sobre a estabilidade na zona. O documento indicou que as respostas potenciais poderiam incluir ataques a centros de tomada de decisão em estados membros da NATO.

Embora o Kremlin tenha confirmado o seu aviso à NATO, alguns oficiais dentro da NATO argumentam que não existe uma ameaça imediata resultante da postura nuclear da Russía, sugerindo um nível de resiliência nas suas medidas de defesa e prontidão para responder a tais alegações.