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Rússia e Ucrânia realizam ciberataques mútuos contra sistemas de alerta
Ambos os países acusaram-se mutuamente de ciberataques, que afetaram sistemas de alerta e causaram alarmes falsos entre a população.

Esta madrugada, a Rússia e a Ucrânia perpetraram ciberataques mútuos direcionados aos respetivos sistemas de alerta à população. Noticiários e redes sociais de ambos os países relataram essas atividades, destacando a complexidade da guerra não apenas no campo físico, mas também no ciberespaço.
Durante os ataques, os cidadãos ucranianos receberam notificações falsas a alertar sobre riscos radiológicos, enquanto na Rússia as mensagens falsas indicavam supostos lançamentos de ogivas nucleares. Essas manobras foram vistas como uma tentativa de semear o medo e a confusão entre a população.
Fontes indicam que os sistemas de alerta de emergência na Rússia, incluindo uma aplicação móvel do Ministério das Emergências, sofreram compromissos significativos. Os utilizadores relataram receber informações alarmantes sobre ataques químicos, o que intensificou as preocupações sobre a segurança pública.
As agências noticiosas sublinham que ambos os países estão a intensificar as suas operações cibernéticas, especialmente desde o fim de uma trégua temporária entre Rússia e Ucrânia. A troca de acusações sobre ciberataques tem vindo a aumentar, refletindo as tensões existentes na região.
Além disso, conforme relatado, esses ataques cibernéticos têm como alvo não só os sistemas de alerta, mas também a credibilidade das informações transmitidas aos cidadãos. A manipulação de dados em tempos de conflito gera desconfiança e pode impactar a resposta da população a verdadeiros alertas de risco.
A situação continua a evoluir, com as partes a alertarem apoiantes e instituições sobre a necessidade de um reforço nas defesas cibernéticas, dado o escalonamento das hostilidades no ciberespaço. As medidas para mitigar esses riscos ainda estão a ser discutidas entre especialistas e autoridades de segurança.