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domingo, 9 de agosto de 2026

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Senado dos EUA aprova lei para novas sanções contra a Rússia

O Senado dos EUA aprovou, com uma larga maioria, uma lei que prevê novas sanções contra a Rússia, focando em particular na indústria de energia e aguardando o consentimento da Câmara dos Representantes.

Senado dos EUA aprova lei para novas sanções contra a Rússia
Foto: Gage Skidmore · Wikimedia Commons · CC BY-SA 3.0

O Senado dos EUA votou na sexta-feira a favor de uma nova lei que estabelece sanções abrangentes contra a Rússia. A votação teve um resultado muito claro de 86 a 11, indicando um amplo apoio bipartidário. A lei agora deverá ser votada na Câmara dos Representantes, onde a aprovação é esperada apenas após o início da nova sessão em setembro.

As novas sanções visam principalmente políticos e empresas russas, bem como as exportações de petróleo e gás da Rússia. O objetivo é aumentar a pressão sobre o setor energético russo e cortar os fluxos financeiros que podem ser utilizados para financiar o conflito na Ucrânia. As medidas também incluem tarifas punitivas sobre os maiores compradores de recursos energéticos russos.

Alguns relatórios sugerem que a lei também inclui sanções contra países que ainda importam petróleo e gás russos. Isso visa responsabilizar esses países por continuarem a negociar com a Rússia, o que poderia apoiar os esforços internacionais para isolar Moscovo.

Senado dos EUA aprova lei para novas sanções contra a Rússia
Foto: Gage Skidmore · Wikimedia Commons · CC BY-SA 3.0

A lei foi parcialmente moldada pela iniciativa do falecido senador Lindsey Graham, que se empenhou ativamente por essas medidas nos seus últimos meses no cargo. A menção do seu nome no texto da lei é vista como um reconhecimento do seu compromisso.

A aprovação da lei surge em um momento crítico, uma vez que as tensões entre os EUA e a Rússia continuam a aumentar. Comentadores políticos observam que a aprovação pelo Senado não é apenas uma reação ao desenvolvimento geopolítico, mas também reflete a política dos EUA em relação à dependência energética da Rússia.

A lei agora precisa de uma maioria na Câmara dos Representantes antes de poder entrar em vigor. Uma decisão definitiva sobre os próximos passos poderá acontecer apenas em setembro, o que é significativo tendo em conta a atual atmosfera política.

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