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sexta-feira, 23 de outubro de 2026

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Sindicato alerta para baixo rácio de guardas prisionais por recluso

A associação sindical dos guardas prisionais fez um alerta sobre o rácio historicamente baixo de guardas por recluso, exigindo medidas estruturais ao governo.

Foto de arquivo: Sindicato alerta para baixo rácio de guardas prisionais por recluso
Foto de arquivoFoto: Jacob Kang-Brown, Chase Montagnet, and Jasmine Heiss. People in Jail and Prison in Spring 2021 . New York: Vera Institute of Justice , 2021. · Wikimedia Commons · Public domain

A associação sindical dos guardas prisionais, ASP/CGP, emitiu um alerta sobre a diminuição do rácio de guardas por recluso em Portugal. Segundo o sindicato, este rácio atingiu níveis historicamente baixos neste século, o que preocupa os profissionais da área.

De acordo com os dados apresentados, nos últimos 23 anos, a força de trabalho de guardas prisionais reduziu em 844 elementos, enquanto a população prisional se manteve estável. Este decréscimo acentua a necessidade de reflexão sobre o efetivo de guardas e o impacto na segurança e na gestão das prisões.

O sindicato pede, portanto, à tutela que implemente 'medidas estruturais e não apenas respostas pontuais' para resolver esta problemática. A ASP/CGP sublinha que a situação atual pode comprometer a segurança tanto dos reclusos quanto dos profissionais que trabalham nas instituições.

Foto de arquivo: Sindicato alerta para baixo rácio de guardas prisionais por recluso
Foto de arquivoFoto: Ministerio del Trabajo y Previsión Social · Flickr · BY-SA

Além disso, o sindicato enfatiza a importância de um acompanhamento parlamentar ativo sobre esta questão, sugerindo que um debate mais profundo sobre as condições de trabalho e a capacidade de resposta das prisões é essencial.

A ASP/CGP destacou que este tema exige atenção urgente, uma vez que a segurança nas prisões não pode ser compromissada devido à falta de guardas. A situação atual requer estratégias claras para garantir que o sistema prisional funcione de forma eficaz.

O chamado do sindicato surge num momento em que as condições de trabalho dos guardas prisionais e a segurança no seio das instituições são cada vez mais debatidas, revelando uma preocupação generalizada com a falta de recursos humanos. O impacto deste rácio histórico em questões operacionais e de segurança permanece um tema central.