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Trump ataca candidata muçulmana ao Senado em comício no Michigan
Durante uma campanha para as eleições intercalares, o Presidente Trump dirigiu comentários hostis contra Abdul El-Sayed, candidato democrata ao Senado americano.

O Presidente Trump atacou Abdul El-Sayed, candidato democrata para o Senado dos EUA, durante um comício de campanha no Michigan. Segundo múltiplos órgãos de comunicação, os comentários incluíram conteúdo islamofóbico dirigido a El-Sayed. O evento ocorreu durante a última semana de campanha antes das eleições intercalares, com votação antecipada já em curso em 43 estados.
Um relato dos comentários de Trump incluiu uma exigência de que El-Sayed enfrentasse controlos de segurança tipo os dos aeroportos caso fosse eleito para o cargo. A Al Jazeera caracterizou as afirmações como parte de uma escalada em ataques islamofóbicos durante o comício, enquanto a The Independent descreveu a linguagem como um ataque visceral.
El-Sayed respondeu aos comentários, caracterizando-os como diversões. Segundo a Al Jazeera, o candidato democrata abordou os ataques anti-muçulmanos dirigidos contra ele durante o período de campanha.

Trump também comentou sobre a Noruega durante o comício do Michigan, embora a natureza específica destas observações não tenha sido detalhada nos relatos disponíveis. O evento no Michigan fez parte de um calendário de campanha mais abrangente em que Trump continuou a fazer campanha em vários estados antes da votação intercalar.
Num desenvolvimento separado, a Secretária do Tesouro Scott Bessent tornou-se tema de campanha após jantar no Cheesecake Factory na segunda-feira. Trump respondeu a uma brincadeira anterior do ex-Presidente Barack Obama de que a renovação da Casa Branca se assemelhava a uma Cheesecake Factory gerida por Saddam Hussein, aparentemente referindo-se a ornamentação dourada no Salão Oval.
Em separado, Trump fez campanha pelo candidato a governador do Texas Ken Paxton. As eleições intercalares aproximavam-se, e uma sondagem da CBS News mostrou que a maioria dos americanos não aprovava o modo como o Presidente lidava com a economia e a inflação.