Internacional
Trump e Putin anunciam acordo para fornecimento de gasóleo
O acordo entre Trump e Putin prevê mais de 300 mil toneladas de gasóleo a curto prazo, Zelensky critica a revogação das sanções.

Donald Trump anunciou que teve uma conversa bem-sucedida com o presidente russo Vladimir Putin, que confirmou que a Rússia fornecerá mais de 300.000 toneladas de gasóleo ao mercado norte-americano e global. Segundo Trump, este acordo levará a uma queda rápida e massiva dos preços do gasóleo, beneficiando tanto os americanos como o resto do mundo.
Na sequência destes desenvolvimentos, a Casa Branca declarou que suspenderá temporariamente as sanções sobre o gasóleo russo até abril, sublinhando que esta decisão terá um impacto positivo na economia global. Trump expressou gratidão a Putin por este acordo, considerando-o importante.
A resposta do presidente ucraniano Volodymyr Zelensky não se fez esperar. Zelensky criticou a revogação das sanções, descrevendo-a como uma manifestação de fraqueza. Ele afirmou que tal decisão favorece a Rússia, permitindo um aumento da violência na Ucrânia, e alertou que Putin pagará o acordo inicial de fornecimento de gasóleo com terror.

As declarações de Zelensky chegam enquanto delegações ucranianas e europeias estão envolvidas em conversações em Miami para discutir uma proposta de cessar-fogo. O presidente ucraniano expressou a sua preocupação em relação à direção das relações internacionais, alertando que a revogação das sanções pode incentivar ainda mais Moscovo.
Trump descreveu publicamente o acordo com a Rússia como um passo significativo, acreditando que as consequências serão positivas para a economia. Vários relatórios destacam que o acordo entrará em vigor imediatamente, e que a fornecimento de gasóleo é aguardado em breve, sem mais detalhes específicos sobre a logística. Além disso, segundo informações divulgadas, o acordo foi anunciado num contexto de crescente atenção às eleições de meio de mandato nos Estados Unidos.
A posição dos Estados Unidos sobre este acordo e as repercussões nas relações com a Ucrânia e a Europa continuam a ser analisadas, enquanto se sucedem os desenvolvimentos sobre o impacto da fornecimento de gasóleo na crise em curso. As reações continuam a ser fortes, tanto por parte dos aliados como dos críticos do acordo.