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Tufão Dolphin atinge a China e provoca deslocamento de mais de um milhão de pessoas
O tufão Dolphin, o ciclone tropical mais poderoso a atingir a China em 2023, causou a evacuação de mais de um milhão de pessoas nas áreas afetadas, incluindo Xangai.
Hoje, o tufão Dolphin, o mais forte do ano, chegou à costa leste da China, trazendo consigo ventos intensos e chuvas torrenciais. As autoridades chinesas emitiram alertas para cheias e deslizamentos de terra, resultando na retirada de mais de um milhão de pessoas de zonas de risco, conforme reportado por várias fontes.
As evacuações foram realizadas em várias províncias, afetando significativamente a capital financeira, Xangai. Além das evacuações, mais de 1.300 voos foram cancelados em decorrência do mau tempo, impactando o setor de transportes da região. As autoridades locais estiveram em alerta máximo e prepararam medidas de resposta para possíveis inundações.
Relatos indicam que um rapaz de nove anos desapareceu no mar, arrastado por uma onda. A média de precipitação esperada atingiu níveis históricos, o que tem gerado preocupações adicionais sobre a segurança de residentes em áreas vulneráveis.
Em resposta à situação, Beijing elevou os avisos para chuva torrencial e programou uma ativação das medidas de controlo de cheias na terça-feira de manhã. As repercussões do tufão Dolphin estão a ser monitoradas de perto pelas autoridades para garantir a segurança dos cidadãos.
O tufão, que se originou nas Ilhas Marshall, é considerado um dos eventos climáticos mais severos que a região enfrentou neste ano. A magnitude dos ventos e das chuvas é uma das mais preocupantes já registradas, forçando as comunidades a se prepararem para um longo período de recuperação.
A situação continua a ser avaliada, com as autoridades focadas na assistência às pessoas deslocadas e na mitigação de danos potenciais. A resposta da comunidade e dos serviços de emergência está a ser coordenada para lidar com os efeitos devastadores provocados pelo tufão.