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sexta-feira, 18 de setembro de 2026

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UE apresenta propostas para restringir redes sociais a menores de 15 anos

A Comissão Europeia propõe que menores de 13 anos sejam proibidos de usar redes sociais e estabelece regras para o acesso de jovens até 15 anos.

Foto de arquivo: UE apresenta propostas para restringir redes sociais a menores de 15 anos
Foto de arquivoFoto: Palácio do Planalto from Brasilia, Brasil · Wikimedia Commons · CC BY 2.0

A Comissão Europeia, liderada pela Presidente Ursula von der Leyen, apresentou novos planos para restringir o acesso de crianças e adolescentes a redes sociais na União Europeia. As propostas incluem a proibição total do uso de redes sociais por menores de 13 anos e exigem que os adolescentes entre 13 e 15 anos tenham permissão explícita dos pais ou tutores para criar contas.

Para os menores de 15 anos, a proposta exige que as contas sejam supervisionadas e que acessem apenas alternativas adequadas. Adicionalmente, para quem tem menos de 13 anos, será permitido o uso de serviços especialmente concebidos para crianças, que não inclua redes sociais populares.

As novas regras também preveem que as plataformas terão a responsabilidade de implementar e fiscalizar as diretrizes estabelecidas, com a necessidade de financiamentos para essa supervisão. Isso implica que as empresas devem garantir que medidas de proteção estão em vigor para os seus usuários mais jovens.

Foto de arquivo: UE apresenta propostas para restringir redes sociais a menores de 15 anos
Foto de arquivoFoto: Senado Federal · Flickr · BY

A proposta está em fase de discussão e deverá ser negociada antes de uma votação final. Especialistas e legisladores sugerem que a implementação destas medidas é fundamental para garantir a segurança e o bem-estar dos jovens na internet.

O lançamento deste plano visa uma abordagem uniforme em toda a Europa, na tentativa de enfrentar as preocupações crescentes sobre os riscos associados ao uso precoce de redes sociais por menores. Entre os objetivos identificados está a prevenção de comportamentos prejudiciais e o acesso a conteúdos inadequados.

As reações a essas propostas incluem uma diversidade de opiniões, com alguns grupos aplaudindo as medidas em nome da proteção infantil, enquanto outros levantam preocupações sobre a sua implementação e eficácia. A discussão continua, e mais detalhes devem emergir à medida que as negociações avançam.