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Um ano de ataques no Caribe e Pacífico contra barcos de drogas por parte dos EUA
As operações dos EUA contra embarcações suspeitas de narcotráfico completam um ano, resultando em pelo menos 227 mortos e sem evidências claras de redução no mercado de drogas.

As operações dos EUA contra alegadas embarcações de narcotráfico, iniciadas há um ano no Caribe e no Pacífico, deixaram pelo menos 227 mortos, segundo relatórios de várias fontes.
Apesar da destruição de 68 barcos ligados ao narcotráfico durante este período, os relatos indicam que não foram observados sinais claros de redução na oferta de substâncias ilícitas no mercado norte-americano.
O governo de Donald Trump defendeu estas operações como legais e eficazes; no entanto, alguns críticos apontaram a possibilidade de que estas ações constituam crimes de guerra.

A Human Rights Watch exigiu que os EUA prestassem contas pelas mortes causadas por estes ataques, qualificando-os de “execuções extrajudiciais” e sublinhando que violam o direito internacional.
Estas operações, conhecidas como Lança do Sul, visam aumentar a pressão sobre os cartéis latino-americanos, embora ainda não tenham apresentado resultados concretos em termos de combate ao narcotráfico.