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sexta-feira, 23 de outubro de 2026

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Economia

Associações do táxi pedem análise de inconstitucionalidades da lei TVDE

O setor do táxi solicita ao Tribunal Constitucional a análise de inconstitucionalidades na lei dos veículos de transporte de trabalhadores via plataformas eletrónicas.

Foto de arquivo: Associações do táxi pedem análise de inconstitucionalidades da lei TVDE
Foto de arquivoFoto: Esquerda.Net Flickr · Wikimedia Commons · CC BY-SA 2.0

As principais associações do setor do táxi em Portugal, incluindo a Associação Nacional de Transportes Rodoviários em Automóveis Ligeiros (ANTRAL) e a Federação Portuguesa do Táxi, contestam a nova lei que alterou o regime jurídico dos veículos para transporte da designação TVDE. Estas associações alegam que a legislação apresenta várias inconstitucionalidades.

As associações do táxi afirmam que a nova lei gera desigualdade concorrencial em relação aos seus serviços. Apontam que as regras atuais, promulgadas pelo Presidente da República, afetam negativamente a operação e a competitividade das empresas de táxi.

Em resposta à situação, as associações planeiam formalmente solicitar a avaliação da lei junto do Tribunal Constitucional (TC). Defendem que é necessário analisar a conformidade da legislação com a Constituição Portuguesa.

Foto de arquivo: Associações do táxi pedem análise de inconstitucionalidades da lei TVDE
Foto de arquivoFoto: Esquerda.Net Flickr · Wikimedia Commons · CC BY-SA 2.0

O pedido de análise ao TC surge num contexto de crescente tensão entre os serviços de táxi e as plataformas eletrónicas. As associações expressam preocupações sobre como a nova legislação pode impactar o mercado de transportes.

Esta contestação reflete um desejo das associações de que sejam consideradas as suas preocupações sobre a liberdade de concorrência e as condições que a nova lei poderá criar no setor do transporte de passageiros.

Enquanto isso, o debate sobre as regulamentações dos serviços de transporte continua a ser tema de discussão pública, com diversas opiniões a surgirem sobre o equilíbrio necessário entre inovação e a proteção de serviços tradicionais.