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Eleições na Suécia: o centrosinistra em vantagem, a extrema-direita retrocede
Nas eleições parlamentares, o centrosinistra de Magdalena Andersson supera a extrema-direita dos Democratas Suecos, com resultados preliminares a indicar uma margem exígua.

Na Suécia, realizaram-se eleições parlamentares, com uma afluência recorde. De acordo com os primeiros exit polls, a coligação liderada pelos sociais-democratas de Magdalena Andersson obteve uma ligeira vantagem, situando-se nos 51,3% dos votos.
As projeções mais recentes indicam que o centrosinistra adquiriu um total de 176 assentos, contra 173 da direita. Isso marca uma ultrapassagem significativa, uma vez que a extrema-direita dos Democratas Suecos, representada por Jimmie Akesson, parece ter perdido votos em relação às eleições anteriores, retrocedendo pela primeira vez.
O primeiro-ministro cessante, Ulf Kristersson, declarou que a situação ainda está em aberto, enquanto o centrosinistra se mostra confiante quanto à sua liderança futura. As discussões sobre os temas da imigração e da segurança foram centrais durante a campanha eleitoral.

Os resultados provisórios sugerem que a margem entre as duas coligações é muito exígua, com uma única diferença de assento a favorecer as forças da oposição. A divulgação dos dados oficiais desencadeou novas análises e previsões sobre os futuros desenvolvimentos políticos do país.
As eleições destacaram uma crescente tensão entre as forças políticas, em particular sobre o tema da imigração, com os Democratas Suecos a tentarem capitalizar esta questão, pressionando por uma redução drástica das entradas.
As autoridades anteciparam que os resultados definitivos serão conhecidos na quarta-feira, mas já agora se delineiam as potenciais alianças políticas, dado que o centrosinistra parece bem posicionado para formar um novo governo.