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Legislativas na Suécia: A esquerda em vantagem, a extrema-direita em recuo
Os resultados preliminares das eleições legislativas na Suécia revelam uma ligeira vantagem para a esquerda, enquanto a extrema-direita recua pela primeira vez desde 2010.

As eleições legislativas na Suécia realizaram-se este domingo, com quase oito milhões de eleitores a serem chamados a votar. Os primeiros resultados indicam uma vantagem para a esquerda liderada pelos sociais-democratas, sob a direção de Magdalena Andersson.
De acordo com estimativas fornecidas pela televisão pública SVT, a esquerda arrecadou cerca de 51,3% dos votos, enquanto a aliança entre a direita e a extrema-direita, no poder desde 2022, obteve 49,1% dos sufrágios. Isto representa uma diferença muito estreita entre os dois blocos.
Os resultados destacam um recuo da extrema-direita, que não era antecipado, marcando a sua primeira diminuição desde 2010. Isso tem potencial para implicações na composição futura do governo.

Os sociais-democratas, segundo várias fontes, afirmam estar prontos para governar, apesar da incerteza em torno da formação de um novo governo. Magdalena Andersson declarou que o seu partido está em posição de obter os mandatos necessários.
O resultado final ainda é incerto, com negociações políticas que se prevêem complexas devido à proximidade dos resultados. A esquerda foi credenciada com 176 mandatos, contra 173 para a aliança entre a direita e a extrema-direita.
Estas eleições foram qualificadas como muito disputadas e terminaram com um suspense notável. As reações dos partidos referem a necessidade de possíveis agrupamentos para garantir uma maioria estável.