O ministro israelita da Segurança Nacional, Itamar Ben-Gvir, defendeu a prática de assassínios seletivos diários em Gaza, o que gerou reações de forte repúdio. O Secretário-Geral da ONU, António Guterres, classificou as suas declarações como "perigosas".
Além de Guterres, também a França e a Alemanha manifestaram descontentamento em relação às afirmações feitas por Ben-Gvir, descrevendo-as como "inequivocamente" inaceitáveis.
As declarações de Ben-Gvir surgem num contexto de crescente tensão na região, amplificando as preocupações sobre a escalada de violência e as implicações humanitárias.
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