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sábado, 7 de novembro de 2026

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Mães pela Acampada realizam vigília no Rossio contra cargas policiais

Em Lisboa, o movimento Mães pela Acampada promove uma vigília contra as cargas policiais, com início nos Restauradores e deslocação para o Rossio.

Foto de arquivo: Mães pela Acampada realizam vigília no Rossio contra cargas policiais
Foto de arquivoFoto: Sâmia Bomfim · Flickr · BY

O grupo Mães pela Acampada organizou uma vigília este sábado em Lisboa, em resposta às cargas policiais dirigidas a manifestantes que lutam pelo direito à habitação. A concentração teve início às 19:00 na Praça dos Restauradores, onde se reuniram mães, pais e avós, portando velas e lanternas, simbolizando a sua solidariedade e protesto.

Após a concentração inicial, os participantes deslocaram-se em silêncio até ao Rossio, reafirmando o seu posicionamento contra as intervenções policiais consideradas coercitivas. Durante o evento, o grupo exigiu o fim imediato das ações da PSP que afetam as acampadas e pediu respeito pela liberdade de expressão e de protesto.

Este ato de solidariedade e protesto foi organizado num contexto em que a Câmara Municipal de Lisboa, sob a liderança de Carlos Moedas, tem preconizado a retirada das tendas do movimento. A ação visou chamar a atenção para a situação habitacional em Lisboa e as dificuldades enfrentadas pelos manifestantes.

Foto de arquivo: Mães pela Acampada realizam vigília no Rossio contra cargas policiais
Foto de arquivoFoto: Sâmia Bomfim · Flickr · BY

Os organizadores também destacaram a importância do apoio da comunidade e de políticos, solicitando uma reflexão sobre as políticas habitacionais em curso na cidade. A vigília não contou apenas com a presença de membros do grupo Mães pela Acampada, mas também com o apoio de várias outras pessoas que se uniram para manifestar o seu descontentamento.

A vigília em Lisboa acontece paralelamente a uma concentração do movimento Mães pela Acampada na cidade do Porto, no mesmo horário. Esta ação demonstra a união e o apoio do movimento em várias localidades do país, reivindicando o direito à habitação de forma pacífica.

A presença significativa de participantes e as palavras de ordem ao longo do percurso refletem o anseio por mudanças nas políticas habitacionais e a necessidade de um diálogo mais aberto entre as autoridades e os cidadãos sobre estas questões.

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